De um lado, a Simmons, marca premium. Do outro, a Kasa dos Colchões, popular. Mesmo grupo, mesma cidade.
Antes
Públicos opostos, mesma casa
O Grupo GAP opera em Brasília duas marcas de colchão com públicos opostos. Cada uma pedia um discurso, um canal e um jeito de vender. Fazer tudo igual era arriscar que uma canibalizasse a outra.
O ponto de virada
Olhar primeiro para quem já comprou
A virada veio de uma conversa sobre prioridade: antes de buscar cliente novo, falar com quem já tinha comprado. E, na Simmons, abrir um caminho em que a marca ainda tinha pouca participação: o relacionamento com arquitetos.
Duas marcas do mesmo dono não disputam cliente quando cada uma sabe com quem está falando.
O que a gente fez
Uma frente para cada marca
A gente separou o trabalho por marca. Para a Simmons Brasília, entregou um site novo três dias depois da reunião, montou o programa de relacionamento com arquitetos e um playbook de vendas para WhatsApp com base em SPIN Selling. Nas duas marcas, reativação da base pelo WhatsApp, mídia paga em Meta e Google e relatórios para leitura executiva. A equipe das lojas também passou por treinamento.






Depois
Cada marca falando com o seu cliente
O site da Simmons Brasília está no ar e a reativação da base virou rotina. O material para arquitetos foi bem recebido pelo gestor, e as equipes de loja reagem bem aos conteúdos. Os números de venda ainda estão sendo fechados.
O que esse case ensina
Crescer nem sempre começa por cliente novo. Às vezes começa por quem já comprou e por quem indica.














