A escola queria 180 alunos a mais. A primeira pergunta foi para onde o dinheiro de anúncio estava indo.
Antes
Investimento sem endereço
A Renascença tem três unidades no DF e a meta de sair de 1.020 para 1.200 alunos. A escola já investia em anúncio, mas só impulsionando post. Nenhuma conversa tinha matrícula ligada a ela. Ninguém sabia quanto custava trazer uma família.
O ponto de virada
O problema não era só o anúncio
Na auditoria, a gente encontrou boa parte da verba presa em anúncios que só gastavam. Viu também que as peças sobre o propósito da escola custavam bem menos que as de 'últimas vagas'. E, mais adiante, ficou claro que o gargalo também estava no atendimento: o pai chamava e esperava na fila.
Auditoria vem antes de verba nova. Primeiro a gente estanca o vazamento, depois investe.
O que a gente fez
Primeiro estancar, depois investir
A gente leu o histórico inteiro, anúncio por anúncio, e comparou com a conta que a própria Efeito rodou na unidade de Goiânia. Daí saiu um plano de cinco canais com revisão mensal. Junto com a mídia, entraram o Kommo e o treinamento comercial do time de matrículas, para que a conversa aberta pelo anúncio não se perdesse.
Depois
Uma escola que sabe onde está o dinheiro
O diagnóstico foi entregue e o plano está em execução desde setembro de 2026. A escola passou a enxergar o que traz família e o que só gasta. O resultado de matrícula ainda não fechou, e boa parte dele é mérito do time da escola, que está em plantão. Este case fica como auditoria até o fim do ciclo.
O que esse case ensina
Anúncio sem medição de matrícula é aposta. E anúncio bom com atendimento lento desperdiça o mesmo dinheiro.
Fontes dos números
- R$ 11.111: dados de plataforma do cliente.








